O ESTUDO DA HISTÓRIA DA PSICOLOGIA - PARTE 1
O que distingue a Filosofia da Psicologia Moderna são a abordagem e as técnicas empregadas que diferenciam a antiga disciplina filosófica da psicologia moderna e marcam o aparecimento da psicologia como um campo de estudo independente e essencialmente científico. A psicologia é oriunda da filosofia. A separação ocorreu no século XIX, quando a psicologia adotou métodos distintos de investigação e raciocínio. A psicologia passou a adquirir uma identidade distinta das raízes filosóficas somente quando os pesquisadores passaram a confiar na OBSERVAÇÃO e na EXPERIMENTAÇÃO para estudar a mente humana. A filosofia e a fisiologia foram as duas disciplinas que influenciaram o desenvolvimento da psicologia moderna. Os psicólogos behavioristas acreditam na influência do passado para a formação do presente. Acreditam que o condicionamento prévio e as experiências de reforçamento determinam o comportamento, em outras palavras, a própria história do indivíduo pode explicar o seu estado atual, o que fomos no passado pode mostrar o que somos no presente. “A influência do passado, ajuda a moldar o presente.” Uma das principais dificuldades enfrentadas por pesquisadores para avaliar o material histórico, é a questão do risco de fatos omitidos e/ou distorcidos, documentos e fragmentos de informações da vida ou trabalho da pessoa que pode ter sido escolhido apenas para causar certa impressão, seja positiva, negativa ou neutra. A história da psicologia teve um fator contextual de discriminação por raça, religião e sexo. Negros, judeus e mulheres enfrentaram discriminação ao longo da história.
sábado, 23 de abril de 2011
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Video baseado na alegoria da caverna
“Alegoria da Caverna”, de Platão
No Texto “Alegoria da Caverna”, Platão, em um diálogo com Gláucon, compara a educação humana, ou a falta dela, com uma situação hipotética onde pessoas que tenham vivido por toda a vida dentro de uma caverna, pudessem apenas, durante todo esse tempo, ver as sombras que vinham do exterior, projetadas na parede da mesma, o que para elas, eram a única realidade.
Versava, após, sobre o choque causado pelo primeiro contato de um destes homens com o mundo externo ao que eles viviam, em que eles seriam forçados a endireitar sua postura, e olhar para os objetos e a luz, na forma como a conhecemos; falava, pois, sobre a dificuldade em aceitar uma nova proposta, e que, devido ao padrão pré-estabelecido, o homem tenderia a reconhecer como reais os objetos na forma que ele já conhecia, e não no padrão recém apresentado. Para que fosse possível a adaptação, necessitaria acostumar-se gradualmente com o meio. A partir disso, o homem seria levado a formar novas conclusões no tocante ao padrão de realidade em que ele, agora, vive.
Este homem se lembraria de todo o sofrimento que passou na caverna, lembraria dos outros que lá ainda estavam, ficaria feliz por ter mudado sua situação e sentiria pena dos outros; faria tudo para não voltar àquela vida.
Se tivesse que voltar para a caverna, teria dificuldades, pois seus olhos já teriam se adaptado à claridade, e seria humilhado por seus antigos companheiros, que lá ainda estariam, e lhes daria a idéia de que sair dali era ruim, pois “estragaria suas vistas”, levando-lhes a agredir qualquer um que queira tirá-los dali.
Finalmente, Platão demonstra a percepção final da realidade, onde, chegando-se ao limite do conhecimento do meio, perceber-se-ia que a idéia do Bem é a base de todo o conhecimento e consciência conhecidos, a despeito das ilusões em que as verdades foram outrora baseadas.
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quinta-feira, 21 de abril de 2011
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